Selena Gomez revela ter feito quimioterapia contra lúpus

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selena billboardA cantora Selena Gomez está na capa da nova edição da Billboard e, numa longa entrevista, ela falou sobre tudo: de Justin Bieber, imagem corporal e reabilitação, além de revelar que tem lúpus, doença contra a qual luta desde o seu diagnóstico, no final de 2013. O lúpus é uma doença inflamatória crônica autoimune que faz com que o sistema imunológico não diferencie bactérias de vírus, germes ou dos tecidos saudáveis, fazendo com que ele ataque e destrua os tecidos. No Brasil há cerca de 65 mil pessoas com lúpus (estimativa feita pela Sociedade Brasileira de Reumatologia em 2011) – 90% delas são mulheres.

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“Eu sou legal com todo mundo e todo mundo é tão vil comigo. Eu trabalho desde que tenho sete anos. Eu sou embaixatriz da UNICEF desde os 17. É tão decepcionante ter virado uma história de tabloides”, desabafou. “Mas o ódio me motivou”, falou sobre Revival, seu quarto disco que será lançado amanhã (09/10).

“Ela está desenvolvendo a sua sensualidade”, disse Harlem MC, que não reconheceu Selena quando ouviu a demo. “Eu acho que ela ainda não está 100% lá. Mas, sinceramente, ela não estava em busca de um hit número 1. Ela fez isso para se desvincular da sua imagem. Isso é corajoso”.

Sobre Bieber: “Eu tenho orgulho dele. É isso que eu sempre vi nele, por isso acreditei nele”. Se eles estão se falando? “Estamos em bons termos, mas não”. Se ela se inspira em algum aspecto na sua evolução da sua carreira? “Não. Este é o meu momento. Eu mereço isso. Eu conquistei isso. Isso é tudo eu”.

Sobre ir para reabilitação em janeiro de 2014: “É por isso que eu tirei um intervalo. Eu poderia ter tido um derrame. Eu queria tanto falar: ‘Vocês não têm ideia. Eu estou fazendo quimioterapia. Vocês são uns babacas’. Mas eu fiquei com raiva só por sentir a necessidade de falar isso. É horrível entrar em um restaurante e todos olharem para você. Eu me tranquei até me sentir confiante e à vontade de novo. Eu nunca tive um problema com bebida”.

Sobre Taylor Swift: “Taylor faz com que eu me sinta empoderada, como se eu pudesse confiar em pessoas. Todas aquelas garotas são tão legais. Nós corríamos pelos lados tirando fotos, trocando de roupa, dançando – coisas super clichês de garotas, mas foi o máximo. A maneira com a qual ela se importa com as mulheres é tão firme. Isso me tira da minha concha”.

Sobre lúpus, doença da qual atualmente está em remissão: “Estou [me mantendo saudável] com dieta, rotina e medicação”, além de manter os amigos certos por perto. Quando ela teve dificuldades em criar Revival em março, ela juntou suas “pessoas favoritas” – os compositores de “Good For You” Julia Michaels e Justin Tranter, os produtores Rock Mafia e Hit-Boy e alguns amigos – e foi para o México.

Sobre a viagem que fez ao México: “Eu estava usando um biquíni e fui estripada publicamente por estar acima do peso. Essa foi a primeira vez em que vivenciei esse tipo debody shaming[constrangimento corporal]. Eu acreditei algumas das palavras que eles diziam. Quando alguém tem a sua auto estima nas mãos…”.

Sobre noites de filme na sua casa[quando Taylor Swift visita]:“Nós cozinhamos, comemos e sentamos perto da lareira. Geralmente há vinho envolvido”.

Sobre o clipe de “Good For You”: “Eu não queria um homem lá. É sobre como eu me sinto. Sim, é sexual e cativante, mas isso é ser mulher. Nós temos isso em vantagem em relação aos homens. Eu amo olhar as mulheres. Prefiro ver uma mulher que um cara”.

Sobre o clipe de “Same Old Love”, gravado com fãs: “Eu me sinto segura com meus fãs. Eles são a parte boa do que eu faço”.

Sobre suas duas companheiras de casa, Courtney [trabalha em uma ONG, conheceu Selena em uma festa de Valentine’s Day, em 2011] e Ashley [corretora e amiga de Selena há oito anos]: “São duas garotas bem normais. Elas são as minhas melhores amigas”.

Sobre as diferenças entre gêneros na música: “Se eu fizesse metade das coisas que os caras fazem, eu não teria um contrato com a Pantene. Há um parâmetro no qual as mulheres têm que se encaixar porque… Eu não sei. Tantas mulheres hoje em dia são verbais quanto a isso. Nós precisamos causar meio que um tumulto, porque eu já vi isso. Eu vivi isso. É um absurdo”.

Sobre atuar: “A minha mãe sempre me disse, ‘se isso não é divertido para você, chega. Você pode desistir quando quiser’. Nunca senti que precisava fazer isso. Eu amava atuar”.

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